Se eu pudesse voar
gostava de te conhecer,
o arco-íris para além do mar
onde diz-se a felicidade viver.
Depois de pontapés,
desprezo e insignificância,
porque no fundo das rés
é vista a longa distância.
É pura ingratidão
e à grandes patadas na vida,
que marcam um pobre coração
daquela que foi a querida.
No fundo da fotografia
onde sabia eu andar,
e quando eu sorria
era do saber onde caminhar.
Sinto os pés enlameados
sem saírem do chão,
aparecem nele pegadas
devido à ferida do coração.
Sei que lá chegarei
porque todos merecemos felicidade,
mas se primeiro morrerei
não irei descobrir a verdade.
Mas através do azul do céu
quem me pudera dar,
devolvendo o que já foi meu
mesmo que seja apenas a sonhar.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
O tempo esvai nos olhos azuis
sei que quebrado sem conserto,
a verdade é que me sinto inaltecida
e em ti me sinto e me perco.
Ninguem perguntou
Nem soube sequer manifestar,
Alí quieto ficou
Sem saber oque falar...
Verdade que meu corpo tremia
Não conseguia me controlar,
Eu era simplesmente esguia
Se um mero palpitar.
E toda aquela situação
e pleno embaraço
reduziu meu coração
a um pequeno mero traço.
Débora Silva
sei que quebrado sem conserto,
a verdade é que me sinto inaltecida
e em ti me sinto e me perco.
Ninguem perguntou
Nem soube sequer manifestar,
Alí quieto ficou
Sem saber oque falar...
Verdade que meu corpo tremia
Não conseguia me controlar,
Eu era simplesmente esguia
Se um mero palpitar.
E toda aquela situação
e pleno embaraço
reduziu meu coração
a um pequeno mero traço.
Débora Silva
sexta-feira, 30 de julho de 2010
A ferida a sangrar...
Com o sangue a escorrer,
Com o sangue a escorrer,
Que doi mesmo a ponto de magoar
E querer deixar de viver
Com toda este situação
Não sei o que fazer
Porque o meu coração
Já não sabe como bater.
Tudo tem um fim
Agora resta esperar
Que a morte se lembre de mim
E me venha cá buscar.
Este céu escuro
Sem luz lá no fundo
E na procura do porto seguro
Dentro do meu próprio mundo.
Que irá acontecer?
Passo a passo na escuridão
Sem a luz aparecer
Eu irei acabar no chão...
Débora Silva
terça-feira, 27 de julho de 2010
Por mais que possa questionar
Nunca irei entender,
O porquê da vida tanto rodar
Se é unicamente para sofrer…
Falta-me o ar,
A essência, a razão
Nem sei como o respirar
Possibilita a palpitação…
De alma esgotada
E coração magoado
Sou só uma desnaturada
Com a vida posto de lado…
Preciso de te ver
De te encontrar
Porque na vida o meu conceber
Depende do teu olhar…
Débora Silva
Nunca irei entender,
O porquê da vida tanto rodar
Se é unicamente para sofrer…
Falta-me o ar,
A essência, a razão
Nem sei como o respirar
Possibilita a palpitação…
De alma esgotada
E coração magoado
Sou só uma desnaturada
Com a vida posto de lado…
Preciso de te ver
De te encontrar
Porque na vida o meu conceber
Depende do teu olhar…
Débora Silva
Ao amanhecer começa
Distúrbio de cores
E expectativa de viver
Um daqueles grandes amores…
Olho pela janela
Não sei o porquê
De só reparar nela
Mais que um cego que não vê…
Aquele ser que puramente ao ser
QMe retirou a atenção
Dando sintonia de enriquecer
minha história,meu refrão…
Nunca cheguei a conhecer
Mas deu-me uma esperança renovada
E vontade de viver de um esforço,
Uma gota suada…
Débora Silva
Distúrbio de cores
E expectativa de viver
Um daqueles grandes amores…
Olho pela janela
Não sei o porquê
De só reparar nela
Mais que um cego que não vê…
Aquele ser que puramente ao ser
QMe retirou a atenção
Dando sintonia de enriquecer
minha história,meu refrão…
Nunca cheguei a conhecer
Mas deu-me uma esperança renovada
E vontade de viver de um esforço,
Uma gota suada…
Débora Silva
sexta-feira, 16 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Sai tudo tão naturalmente
Não sei como explicar,
Mas normalmente
Sou reflector do palpitar.
Deixa-me te ajudar
Deixa-me ser um pouco de luz,
Que perto de ti ao caminhar
em correcto caminho te induz
Dar-te-ei paraíso
Um mundo cheio de cor
Onde um doido sem juízo
Te mostrará a amizade, o amor
Deixa-me ser apoio incondicional
Te dar meu regaço,
Não sendo de todo vital
Tens de todo o merecido espaço.
Farei por te dar a paz
E em direcção a luz te induzir,
E depois da luta o que me cá traz
É te ver feliz, a sorrir.
Débora Silva
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Houve quem proferisse a sentença
daquele triste réu de amar
Em que amar era a recompensa
para não voltar a sangrar...
Mas quem disse que amar
é felicidade, o dom de um sorriso
Enquanto na verdade
é a ilusão de um doido sem juízo…
Porque dói tanto ao gostar…
Que terei eu que precaver
para conjugação do verbo amar
eu ter direito a viver?
Sou apenas um triste ser
que vagueia de ilusão,
de poder voltar a ter
sangue quente...E palpitação…
Débora Silva.
Será que tudo vai acabar?
Ou será um novo começo?
Será a morte a chegar
de uma vida que desconheço.
Agora que acordo
ponho-me a pensar,
De tudo o que me recordo
enquanto estive a sonhar.
Num dos sonhos que tive
vi o mundo que queria,
Um mundo onde toda a gente vive
em paz, em constante harmonia.
Gosto muito de viver
porque amo e sou amada,
Mas não me importava de morrer
se a morte fosse a vida antes sonhada…
Débora Silva
Ou será um novo começo?
Será a morte a chegar
de uma vida que desconheço.
Agora que acordo
ponho-me a pensar,
De tudo o que me recordo
enquanto estive a sonhar.
Num dos sonhos que tive
vi o mundo que queria,
Um mundo onde toda a gente vive
em paz, em constante harmonia.
Gosto muito de viver
porque amo e sou amada,
Mas não me importava de morrer
se a morte fosse a vida antes sonhada…
Débora Silva
terça-feira, 29 de junho de 2010
Existem coisas, às quais não se pode atribuir uma designação ou mero valor patente. São essas as coisas que muita gente sonha como diamante bruto que só necessitas lapidar. Às vezes ofuscado pela neblina e corroído pelo pó, não consegues te espelhar ou sequer ver o que te reserva. A comodidade do desconhecido, dura até ao dia em que te descobres em outrem e vês que afinal o diamante bate e te domina…
É aquilo que pela designação se chama coração, o órgão vital que bombeia tudo o que tens dentro de ti… Não é só vital por batimentos, mas pelo que ecoa e transmite… Que espelha… Diz-se autoritário quando deixa de bater e quando bate em seco que se lhe poderá chamar? Não é nossa complexidade que faz de nós seres únicos e especiais que somos, mas a maneira como multifacetamos e fazemos à nossa imagem… Denegrimos, pintamos, voltamos a denegrir e a pintar… Torna-se um desgaste, um eco cada vez menor… A neblina cai serrada, o espelho parte em pedaços irremediáveis, olhas em volta e vez que não és capaz, acomodas-te e acabas sozinho… Quem diria que algo tão minucioso podia ser a cura para uns e veneno fatal para outros. Como é possível tal adversidade? Como que algo pode ser apolar ao mesmo tempo, porque me sinto cobarde e não consigo entender? A resposta faz-se à imagem de cada um moldar, trabalhar e no fim vejo tudo cheio de fissuras, frágil, não me aguentarei ao vento… Escasseio-me e sou levada por ele ao meu lugar… Não quero mais sair de onde vi uma antecâmara ilusória que me levou… Aonde um acto de cobardia, não pode ser interpelado como falta de coragem ou medo. Cobarde é aquele que não se aceita como é e luta contra a sua natureza, aquele que vê e que foge, aquele que não enfrenta, que não entra no ritmo e em vez de um tango, dança uma valsa, troca a elegância pela sensualidade e transpiração. A calmia não está num beat mais calmo mas no acorde mais baixo que tu denotares no teu beat.
Perder não é jogar fora por mero acaso ou por mera distracção. É acto que nem que seja inconsciente tu trabalhas, esqueces, cai em desuso. Só te das conta quando te olhas e não te vês, quando procuras e não estás, quando tens frio e não tens forças de te erguer, de fluir em ti energia, falta essência, o ser que faz de ti a calote polar mais fria e o vulcão mais activo simultaneamente, aparentemente… algo inimaginável aos olhos daqueles que vêm mas plausível no mundo dos que sentem…Errar faz parte, baixar a guarda, admitir o erro ou até quem sabe corrigi-lo é uma acto quase que desrespeitoso pela tua integridade aparente e orgulho idiota. Quando não se sabe, aprende-se, é como que imperativo não errar? Como tiras uma lição da perfeição, na doença é que está a cura, tudo depende do modo que te presenteias capaz…
É aquilo que pela designação se chama coração, o órgão vital que bombeia tudo o que tens dentro de ti… Não é só vital por batimentos, mas pelo que ecoa e transmite… Que espelha… Diz-se autoritário quando deixa de bater e quando bate em seco que se lhe poderá chamar? Não é nossa complexidade que faz de nós seres únicos e especiais que somos, mas a maneira como multifacetamos e fazemos à nossa imagem… Denegrimos, pintamos, voltamos a denegrir e a pintar… Torna-se um desgaste, um eco cada vez menor… A neblina cai serrada, o espelho parte em pedaços irremediáveis, olhas em volta e vez que não és capaz, acomodas-te e acabas sozinho… Quem diria que algo tão minucioso podia ser a cura para uns e veneno fatal para outros. Como é possível tal adversidade? Como que algo pode ser apolar ao mesmo tempo, porque me sinto cobarde e não consigo entender? A resposta faz-se à imagem de cada um moldar, trabalhar e no fim vejo tudo cheio de fissuras, frágil, não me aguentarei ao vento… Escasseio-me e sou levada por ele ao meu lugar… Não quero mais sair de onde vi uma antecâmara ilusória que me levou… Aonde um acto de cobardia, não pode ser interpelado como falta de coragem ou medo. Cobarde é aquele que não se aceita como é e luta contra a sua natureza, aquele que vê e que foge, aquele que não enfrenta, que não entra no ritmo e em vez de um tango, dança uma valsa, troca a elegância pela sensualidade e transpiração. A calmia não está num beat mais calmo mas no acorde mais baixo que tu denotares no teu beat.
Perder não é jogar fora por mero acaso ou por mera distracção. É acto que nem que seja inconsciente tu trabalhas, esqueces, cai em desuso. Só te das conta quando te olhas e não te vês, quando procuras e não estás, quando tens frio e não tens forças de te erguer, de fluir em ti energia, falta essência, o ser que faz de ti a calote polar mais fria e o vulcão mais activo simultaneamente, aparentemente… algo inimaginável aos olhos daqueles que vêm mas plausível no mundo dos que sentem…Errar faz parte, baixar a guarda, admitir o erro ou até quem sabe corrigi-lo é uma acto quase que desrespeitoso pela tua integridade aparente e orgulho idiota. Quando não se sabe, aprende-se, é como que imperativo não errar? Como tiras uma lição da perfeição, na doença é que está a cura, tudo depende do modo que te presenteias capaz…
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Face a oposição
da hierarquia
forte, intransmissível,
penso no porquê
dessa razão
para muitos demovível.
Esta proibição
de nos poder expressar
face a dura oposição
que não nos deixa libertar.
Afinal, livres ou não?
Não percebo arsenal de proibir
o porquê desta escuridão
onde ninguém gosta de cair.
Uma palavra mal proferida,
pode ser um final,
de uma tortura não querida
mas dada à forma brutal.
Olhando sempre em volta,
verificando se podem falar,
com medo de escolta
que os pode machucar.
Assim nesse escuridão
faz viver no silêncio da noite escura,
balançando o apertado coração
desta pobre gente insegura.
da hierarquia
forte, intransmissível,
penso no porquê
dessa razão
para muitos demovível.
Esta proibição
de nos poder expressar
face a dura oposição
que não nos deixa libertar.
Afinal, livres ou não?
Não percebo arsenal de proibir
o porquê desta escuridão
onde ninguém gosta de cair.
Uma palavra mal proferida,
pode ser um final,
de uma tortura não querida
mas dada à forma brutal.
Olhando sempre em volta,
verificando se podem falar,
com medo de escolta
que os pode machucar.
Assim nesse escuridão
faz viver no silêncio da noite escura,
balançando o apertado coração
desta pobre gente insegura.
domingo, 13 de junho de 2010
Ao olhar em volta
Apertasse-me o coração
Com medo da escolta
De um vago refrão
Dei por mim
sem sequer perceber
Termostato afim
De um desesperado viver
Vivo na escuridão
Onde há falta de luz
Onde estás porto seguro
A que todos induz
Batias por bater
Até que viste feche brilhante
Um rosto, uma mulher
De rosto radiante
Deste-me um sorriso
Roubas-te meu pensamento
Sou mero louco sem juizo
E tu acabas-te meu tormento
Apertasse-me o coração
Com medo da escolta
De um vago refrão
Dei por mim
sem sequer perceber
Termostato afim
De um desesperado viver
Vivo na escuridão
Onde há falta de luz
Onde estás porto seguro
A que todos induz
Batias por bater
Até que viste feche brilhante
Um rosto, uma mulher
De rosto radiante
Deste-me um sorriso
Roubas-te meu pensamento
Sou mero louco sem juizo
E tu acabas-te meu tormento
Olho em volta e vejo o vazio,
penso na possobilidade,
mas a verdade é que tenho frio
e de escolta a impossibilidade
Cansada de pensar
Cheia de vontade insaciáveis,
com vontade louca de concretizar
imagens inalcansáveis
Quero concretizar
Quero realidade
Farta de ficção
Ter-te de verdade.
Sou como todos
Um ser animal de geração selvagem
Para viver todo desejo de um doido coração
penso na possobilidade,
mas a verdade é que tenho frio
e de escolta a impossibilidade
Cansada de pensar
Cheia de vontade insaciáveis,
com vontade louca de concretizar
imagens inalcansáveis
Quero concretizar
Quero realidade
Farta de ficção
Ter-te de verdade.
Sou como todos
Um ser animal de geração selvagem
Para viver todo desejo de um doido coração
Tu és peça essencial do meu puzze, sem a qual nunca estará completo. És a letra imprescindível de todo um refão, sem o qual não há melodia... És o cravo do jardim onde sem ti existia essencia no ar... És ar, és vida... És tudo... És me tudo... És que quero perto de mim... És quem me faz bem... És simplesmente o meu mundo... Dizer apenas que te adoro é só paravra vaga de intensão... Que só num rosto triste se sente com saudade, ou num sorriso estonteante de quando estás presente... Guardar-te-ei comigo sempre.
Não sei o que pensar,
Nem como entender
O que me flui pelo ar
Em relação ao teu ser.
Perdi completamente o norte
Nem sei onde estar
És simples asa da sorte
Ou devil lobo do luar.
Sinto que vivo no escuro
És dono do luar
O refúgio, o porto seguro
De um ser varrido do voar.
Vou enrolada no vento
Pensando em te avisar
Que em meu pensamento,
Reina aquele sublime olhar.
Nas profundas caladas
Eu irei te encontrar
E de caras cruzadas
Em teu ser me abraçar!
Nem como entender
O que me flui pelo ar
Em relação ao teu ser.
Perdi completamente o norte
Nem sei onde estar
És simples asa da sorte
Ou devil lobo do luar.
Sinto que vivo no escuro
És dono do luar
O refúgio, o porto seguro
De um ser varrido do voar.
Vou enrolada no vento
Pensando em te avisar
Que em meu pensamento,
Reina aquele sublime olhar.
Nas profundas caladas
Eu irei te encontrar
E de caras cruzadas
Em teu ser me abraçar!
Hoje sei que há razão
Mas custa tanto entender
O porquê da dura decisão
De existir como ser.
Não sei bem que pensar
Nem como recorrer
Só sei que aqui ao observar
Não existe essencia de viver
Que será a morte?
A cura de todas as dores,
Ou a porta fechada da sorte
Onde não existe cores?
Canso-me só de pensar
Com este corpo dorido
Sou apenas o mero respirar
De um ser sem nada... perdido.
Mas custa tanto entender
O porquê da dura decisão
De existir como ser.
Não sei bem que pensar
Nem como recorrer
Só sei que aqui ao observar
Não existe essencia de viver
Que será a morte?
A cura de todas as dores,
Ou a porta fechada da sorte
Onde não existe cores?
Canso-me só de pensar
Com este corpo dorido
Sou apenas o mero respirar
De um ser sem nada... perdido.
Hoje penso o porquê
E na estranha rezão
Daquele que não vê
A luz no caração
Porque chega cedo a hora
Daquele estranho chegar
Que na outra vida de outrora
Tem tanto medo de avançar
Que terá que acontecer
Para tudo mudar?
Será na hora de escolher
Que a coragem vai chegar?
Porue o medo da veradade
O que custa admitir
Que na hora da castidade
O medo vai ter que fluir.
Vivo caro e penso naquele estranho refrão
Mas na hora me convenço que não passa de uma impressão.
E na estranha rezão
Daquele que não vê
A luz no caração
Porque chega cedo a hora
Daquele estranho chegar
Que na outra vida de outrora
Tem tanto medo de avançar
Que terá que acontecer
Para tudo mudar?
Será na hora de escolher
Que a coragem vai chegar?
Porue o medo da veradade
O que custa admitir
Que na hora da castidade
O medo vai ter que fluir.
Vivo caro e penso naquele estranho refrão
Mas na hora me convenço que não passa de uma impressão.
Quando vi oportunidade,
Não esqueci de proferir
De toda aquela realidade
Que me anda a ferir
Desabafei...
Não seio o porquê
Mas quando chorei
Vi mais que um cego que não vê
Estava cansada de carregar o peso tal
E nas costas a força pesada de ser irracional
Não sei como agradecer
Nem como retribuir
Mas teu gesto ao eternecer
Me deu vontade de sorrir.
Não esqueci de proferir
De toda aquela realidade
Que me anda a ferir
Desabafei...
Não seio o porquê
Mas quando chorei
Vi mais que um cego que não vê
Estava cansada de carregar o peso tal
E nas costas a força pesada de ser irracional
Não sei como agradecer
Nem como retribuir
Mas teu gesto ao eternecer
Me deu vontade de sorrir.
Hoje acordei e consegui aperceber-me de que tesouro mais prospero, mais intenso mas também isane e egoista, é aquele a que chamamos coração... As vezes de curto espectro quase apagado de comodidade...Outras vezes de longa espéctria em que tu viras estrela polar de um mundo onde não te conheces, voltas a ser criança... A inconsciencia parace ar que respiras constantemente... Inconsciência que te pode levar a vida, mas também te trazer asfixia de um mundo que não é teu... Te constroi nomenclaturamente, mas pode virar ácido corrosivo que te consome por dentro... Que faz de ti novamente aquela flor como que admirável, mas sem cheiro aparente, sem te denotares és mais uma entre milhões de conformistas, ou ditos cobardes de padrões, que diria que algo tão sensitivo onde existem multifacetados receptores pode ser a cura da vida de um homem, mas também veneno fatal de outro. Deve ser a tua maior aposta, por isso devemos ser loucos de inconsciência responsável, é o grande paradigma de quem não sabe que significa, é grande luta de todos os dias de quem tenta desvendar o mistério...
Sentir a leveza dos corpos inundados pela harmonia e completa cimbiose do ecossitema de cores... Deixa-te ver que a vida não é só preto e branco, permite-te ver a cor...Deixa-te embalar pelo encanto recoberto na antemanhã prometedora... Vem comigo que se me permitires e espero estar a altura de to mostrar...
Um beijo quero ter,
Uma abraço poder dar
Será que posso merecer
E ser digana de te amar?
Que tens para me dar?
Que mereço eu receber?
Em conjugação do palpitar
No ritmo certo a bater
Pura composição de ser
E desejo de mudar,
Onde dois corpos a renascer
Conseguem coração aglutinar
O desejo de te ter,
Consome ar respirável,
Preciso de ti para viver
Naquele acto vital memorável
Uma abraço poder dar
Será que posso merecer
E ser digana de te amar?
Que tens para me dar?
Que mereço eu receber?
Em conjugação do palpitar
No ritmo certo a bater
Pura composição de ser
E desejo de mudar,
Onde dois corpos a renascer
Conseguem coração aglutinar
O desejo de te ter,
Consome ar respirável,
Preciso de ti para viver
Naquele acto vital memorável
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