sexta-feira, 30 de julho de 2010

A ferida a sangrar...
Com o sangue a escorrer,
Que doi mesmo a ponto de magoar
E querer deixar de viver

Com toda este situação
Não sei o que fazer
Porque o meu coração
Já não sabe como bater.

Tudo tem um fim
Agora resta esperar
Que a morte se lembre de mim
E me venha cá buscar.

Este céu escuro
Sem luz lá no fundo
E na procura do porto seguro
Dentro do meu próprio mundo.

Que irá acontecer?
Passo a passo na escuridão
Sem a luz aparecer
Eu irei acabar no chão...





Débora Silva

terça-feira, 27 de julho de 2010

Por mais que possa questionar
Nunca irei entender,
O porquê da vida tanto rodar
Se é unicamente para sofrer…

Falta-me o ar,
A essência, a razão
Nem sei como o respirar
Possibilita a palpitação…

De alma esgotada
E coração magoado
Sou só uma desnaturada
Com a vida posto de lado…

Preciso de te ver
De te encontrar
Porque na vida o meu conceber
Depende do teu olhar…



                                                                                                                                             Débora Silva
Ao amanhecer começa
Distúrbio de cores
E expectativa de viver
Um daqueles grandes amores…

Olho pela janela
Não sei o porquê
De só reparar nela
Mais que um cego que não vê…

Aquele ser que puramente ao ser
QMe retirou a atenção
Dando sintonia de enriquecer
minha história,meu refrão…




Nunca cheguei a conhecer
Mas deu-me uma esperança renovada
E vontade de viver de um esforço,
Uma gota suada…


Débora Silva

sexta-feira, 16 de julho de 2010

As vezes o tempo vai e escorre, 
deixa um simples se não 
que por vezes morre
na mão 
de quem sabe
que um coração 
se resume e se cabe
numa veia de flexão
de quem se aceita e premeia amigo de ocasião.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Será que aceitas ver a luz?
O que te fará recuar
Se a todos induz
Mesmo numa noite de luar.

Não sou ofuscante
Mas te consigo ver
E aquela ideia errante
Esta dentro de ti a crescer.

Vê o que eu vejo
Permite me ajudar te,
E com um desejo
Teu mundo te iluminar.



Débora Silva
Nunca irei entender
O porquê da vida tanto rodar,
Se a essência do viver
Passa por esse teu olhar.

Estou perdida na noite escura
Está negro o luar,
E tu menina insegura
És o porto rico do voltar.

Sorrir inocente,
Doce e mágico sonhar,
Deixa parte de mim diferente
Ao te ver ao longe, ao voar.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Sai tudo tão naturalmente
Não sei como explicar,
Mas normalmente
Sou reflector do palpitar.

Deixa-me te ajudar
Deixa-me ser um pouco de luz,
Que perto de ti ao caminhar
em correcto caminho te induz

Dar-te-ei paraíso
Um mundo cheio de cor
Onde um doido sem juízo
Te mostrará a amizade, o amor

Deixa-me ser apoio incondicional
Te dar meu regaço,
Não sendo de todo vital
Tens de todo o merecido espaço.

Farei por te dar a paz
E em direcção a luz te induzir,
E depois da luta o que me cá traz
É te ver feliz, a sorrir.



Débora Silva

quarta-feira, 7 de julho de 2010



 Houve quem proferisse a sentença
daquele triste réu de amar
Em que amar era a recompensa
para não voltar a sangrar...

Mas quem disse que amar
é felicidade, o dom de um sorriso
Enquanto na verdade
é a ilusão de um doido sem juízo…

Porque dói tanto ao gostar…
Que terei eu que precaver
para conjugação do verbo amar
eu ter direito a viver?
Sou apenas um triste ser
que vagueia de ilusão,
de poder voltar a ter
sangue quente...E palpitação…







Débora Silva.
Será que tudo vai acabar?
Ou será um novo começo?
Será a morte a chegar
de uma vida que desconheço.

Agora que acordo
ponho-me a pensar,
De tudo o que me recordo
enquanto estive a sonhar.

Num dos sonhos que tive
vi o mundo que queria,
Um mundo onde toda a gente vive
em paz, em constante harmonia.

Gosto muito de viver
porque amo e sou amada,
Mas não me importava de morrer
se a morte fosse a vida antes sonhada…








Débora Silva