Houve quem proferisse a sentença
daquele triste réu de amar
Em que amar era a recompensa
para não voltar a sangrar...
Mas quem disse que amar
é felicidade, o dom de um sorriso
Enquanto na verdade
é a ilusão de um doido sem juízo…
Porque dói tanto ao gostar…
Que terei eu que precaver
para conjugação do verbo amar
eu ter direito a viver?
Sou apenas um triste ser
que vagueia de ilusão,
de poder voltar a ter
sangue quente...E palpitação…
Débora Silva.
Tu estás em mim como eu estive no berço
ResponderExcluircomo a árvore sob a sua crosta
como o navio no fundo do mar
Mário Cesariny