quarta-feira, 7 de julho de 2010



 Houve quem proferisse a sentença
daquele triste réu de amar
Em que amar era a recompensa
para não voltar a sangrar...

Mas quem disse que amar
é felicidade, o dom de um sorriso
Enquanto na verdade
é a ilusão de um doido sem juízo…

Porque dói tanto ao gostar…
Que terei eu que precaver
para conjugação do verbo amar
eu ter direito a viver?
Sou apenas um triste ser
que vagueia de ilusão,
de poder voltar a ter
sangue quente...E palpitação…







Débora Silva.

Um comentário:

  1. Tu estás em mim como eu estive no berço
    como a árvore sob a sua crosta
    como o navio no fundo do mar

    Mário Cesariny

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